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sábado, 17 de fevereiro de 2018

23º edição do Poetizando e Encantando

Chegamos ao 23º  edição do Poetizando e Encantando 


Participando  do 23º Poetizando e Encantando.
Uma brincadeira, sem competição  indicada pela Profª Lourdes Duarte em seu blog Filosofando na Vida.
A partir de uma imagem que ela indica os participantes escrevem poesias, mensagens e ilustram suas postagens.

filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br/





Venha você também participar


Escolhemos a primeira imagem sujerida por ela.




Vamos a minha participação e a do aluno Guilherme oliveira
Como não sou poeta, participei com o Guilherme, espero que gostem.




A TRISTE NOITE SEM LUAR
Autores: Elza e Guilherme oliveira.

Como é triste a noite sem luar,
Já imaginaram o que seria da noite,
E o que seria de nós românticos,
sem a luz do luar....


Tudo imerso nas trevas, sem cor
Sem a lua a nos contemplar
Ou sem a lua para nos guiar.
Seria o mesmo que  ficar na vida,
Desiludido sem  amor !


O que seria dos navegantes em alto mar
Procurando sempre  a lua sem achar
Sentir na vida um vazio, no mar
e de solidão sentiria horror.


Dizem que a lua é dos namorados
Eu digo, a lua é de todos...
Os amantes apaixonados,
Pela vida e pela natureza

Por ter tanta beleza!

******
Recebam o nosso abraço com desejos de um feliz fim de semana.




Amigos, como aqui é também um espaço para aprendizagem e pesquisas,
 Vamos aprender um pouco de literatura, sobre poesias com versos brancos ou versos livres. 



Literatura

O que são Versos Brancos?

Na teoria da literatura, os Versos Brancos, também chamados de “Versos Soltos” são aqueles que não apresentam esquemas de rima, entretanto podem apresentar métrica (medida).
Os versos brancos são muito utilizados desde o século XVIII no Brasil, sobretudo na poesia romântica, moderna e contemporânea.
Observe que o verso é o nome dado a uma linha da poesia, sendo o conjunto deles, denominado de estrofe. A rima representa aproximação de sons entre as palavras de um verso.

 Versos livres

Na teoria da literatura, os versos Livres, também chamados de versos irregulares ou heterométricos, são aqueles que não seguem um padrão de métrica definido, ou seja, não obedece às formas fixas, estando, portanto, em oposição aos versos regulares ou isométricos, os quais possuem a mesma medida.

Importante destacar que os textos poéticos que apresentam os versos livres, não deixam de reunir a principal característica das poesias: a musicalidade.
Os versos livres tratam-se de uma importante caraterística da literatura moderna e contemporânea, visto que a intenção maior desses escritores era criar algo novo e inovador, rompendo assim com os padrões clássicos de metrificação ao subverter as formas poéticas tradicionais.




Metrificação e Versificação

A arte de compor versos e reunir diversos aspectos dos textos poéticos, como a musicalidade, rima, ritmo e encadeamento é chamado de versificação. Por sua vez, o estudo sobre as medidas apresentadas no verso é chamado de metrificação, feita por meio do processo denominado escansão de versos.

De tal modo, a escansão é a contagem das sílabas poéticas por meio da união de algumas sílabas quando houver som fraco e forte e somente até a última sílaba tônica de cada verso.

Lembre-se que a métrica é a medida do verso e a metrificação é o estudo dessas medidas. Além disso, devemos atentar para as diferenças entre as sílabas poéticas (que admite a sonoridade e musicalidade) e as sílabas gramaticais (segundo as normas da língua) por exemplo:

O/ poe/ ta é/ um/ fin/ gi/ dor - 7 Sílabas literárias
O/ po/ e/ ta/ é/ um/ fin/ gi/ dor - 9 Sílabas gramaticais
Veja mais em: Metrificação e Versificação

Tipos de Versos

Segundo a métrica (medida dos versos) utilizada nos textos poéticos, eles são classificados em:

Monossílabo: uma sílaba poética
Dissílabo: duas sílabas poéticas
Trissílabo: três sílabas poéticas
Tetrassílabo: quatro sílabas poéticas
Pentassílabo ou Redondilha Menor: cinco sílabas poéticas
Hexassílabo: seis sílabas poéticas
Heptassílabo ou Redondilha Maior: sete sílabas poéticas
Octossílabo: oito sílabas poéticas
Eneassílabo: nove sílabas poéticas
Decassílabo: dez sílabas poéticas
Hendecassílabo: onze sílabas poéticas
Dodecassílabo ou Alexandrino: doze sílabas poéticas
Verso Bárbaro: verso com mais de doze sílabas poéticas
Veja mais sobre o conceito: O que é Verso?

Versos Brancos e Versos Livres

Quando falamos em versos brancos não devemos confundir com a definição de versos livres, denominados de versos irregulares (heterométricos). Já destacamos acima que os versos brancos são aqueles que não apresentam rima, entretanto, os versos livres representam os versos que não possuem medida definida, ou seja, não seguem o esquema de metrificação. Para tanto, uma poesia pode apresentar versos livres e brancos ao mesmo tempo


Exemplo de Versos Brancos e Versos Livres

Para exemplificar melhor o conceito de versos brancos e livres (versos sem rima e métrica), observe o poema abaixo do escritor Mário Quintana (1906-1994):

Esperança

“Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...”

Exemplo de Versos Brancos

Na obra intitulada “Meus Versos Mais queridos” (1967) do escritor brasileiro Guilherme de Almeida (1890-1969), há um poema chamado “Versos Brancos”, o qual agrega o próprio conceito, ou seja, não apresenta rimas:

Versos Brancos

“Uma fina saudade vai varando
a quietude cansada do meu tédio.
Mas, saudade do quê? de quem?...
Os dias
são bolas de cristal, azuis, polidas,
lisas, sem uma aresta traiçoeira
em que venha prender-se e estraçalhar-se
o véu de um pensamento de outros tempos;
sem nem o esconderijo de uma nuvem
onde fique um olhar longo de outrora
olhando para as cinzas destes instantes;
nem uma sombra forte em que se oculte
um pedaço perdido de passado...
Tudo, em torno de mim, é luminoso,
alto e macio, deslizante e lindo;
tudo é apenas um lúcido presente:
é a negação perfeita da saudade...
E no entanto – por quê? por quem?... – eu vejo
e ouço passar na terra a minha vida
cantando uma cantiga vagarosa
de água que leva flores na descida...”

Fonte: https://www.todamateria.com.br/o-que-sao-versos-livres/

domingo, 28 de janeiro de 2018

POESIA LÍRICA E O QUE É LIRICA




POESIA LÍRICA E O QUE É LIRICA

     É um gênero de poesia que surgiu na Grécia Antiga, recitada em forma de canto e, normalmente, acompanhada pela sonoridade de algum instrumento musical, como a flauta ou a lira. Aliás, o nome “lírica” (do latim lyricu) se originou a partir deste último.
Atualmente, o gênero de poesia lírica não está diretamente relacionado com a música, como em outrora, mas através das chamadas “sílabas poéticas”, manteve a musicalidade dos versos por meio de uma série de recursos, como as aliterações, os vocábulos e as rimas, por exemplo.
Outra característica particular das poesias líricas é a presença do chamado “eu-lírico”, uma “voz” existente na obra que assume o papel de expressar as emoções, pensamentos e sentimentos mais profundos do autor, de modo totalmente subjetivo.
Existem diversos tipos de textos líricos, de acordo com a forma como são estruturados e os temas que são abordados, como por exemplo:
Soneto: formado por 14 versos (4 estrofes), donde 2 são quartetos (estrofe constituída por 4 versos) e 2 tercetos (estrofe formada por 3 versos).
Elegia: poemas cuja temática é a morte, o amor não correspondido e outros sentimentos que remetem a tristeza. Do grego, a palavra elegia significa “canto triste”.
Écloga: poesia que retrata a vida bucólica no campo, composta predominantemente por diálogos.
Ode: poema de exaltação, normalmente exaltando alguns personagens, por exemplo.
Saiba mais sobre o significado de Ode.
Idílio: parecido com a écloga, pois também fala sobre a vida no campo, mas com a ausência de diálogos.
Hino: semelhante ao ode, pois também tem a função de exaltar e glorificar, mas neste caso se referindo as divindades e a pátria.
A poesia lírica o poeta fala diretamente ao leitor, representando os sentimentos, estado de espírito e percepções dele ou dela. O poema funciona como uma fotografia, registrando emoções e sentimentos do "eu lírico", isto é, a voz que se manifesta no poema. Essa voz pode representar o "eu" do próprio poeta (poesia confessional como a de Bocage) ou de outra pessoa ou ser, como fazia o trovador D. Dinis e como faz ainda hoje o compositor Chico Buarque, que tão bem interpretou os sentimentos da mulher em muitas de suas canções.




O que é lírica?

Lírica é a qualidade de algo sentimental, que se destaca pelo seu excessivo sentimentalismo.
Este adjetivo costuma ser utilizado para se referir ao gênero literário composto pelo uso do canto e da música, onde o autor da obra utiliza-se do “eu-lírico” para expor intensas emoções e sentimentos no texto.
Na literatura, o gênero lírico consiste basicamente na poesia (texto em verso), formado por quatro principais aspectos: o eu-lírico, a subjetividade, o lirismo (sentimentalidade) e a musicalidade.
Como dito, a poesia lírica é caracterizada pela presença de um “eu-lírico” no texto, apresentando a narração de um sentimento intenso, como o amor, por exemplo.
Já a poesia épica (ou epopeia) é a narração de histórias notáveis sobre uma nação, civilização, sociedade ou comunidade, normalmente destacando a figura de um herói como personagem principal da obra.



Segue alguns exemplos

Poesia confessional:

AMOR UNIVERSAL
Trago nos olhos a água, nascida na fonte da serra.
Na boca... na boca tenho terra, de tantas vezes ter ido ao chão.
Nas mãos trago uma roseira de luz
onde poesia é espinho ou flor.


No ventre trago a fome de mil gerações,
no peito mais de mil corações
e no coração, um infinito amor.


(Geraldo Chacon, Meu caderno de poesia. SP: Flâmula, 2004.)
Assim como muitos poetas, também Geraldo Chacon interpretou a alma feminina no seguinte poema:


ENFIM, MULHER!!

Cheguei da estrada, calada, triste e pensativa.
Trazia a alma impregnada de noite e de chuva
e o coração partido pelo amor perdido.
Tu me roubaste as roupas e os sentidos.

Tu me tomaste a boca
e me mordeste os seios
e me marcaste as pernas, a nuca
e nunca tão louca estive
entre outros braços.

Nunca, entre outros braços
me senti tão ardente e tão forte
tão perto da morte
e tão junto da vida!

Lutamos com mais furor
que a tempestade lá fora,
mas as árvores acalmaram os ventos
e teus carinhos os meus tormentos.

E rompeu a nova aurora
quando a luz do teu olhar
aqueceu-me todo o corpo
dando-me nova chama
e me fez sentir melhor
e me fez sentir mulher
quando te deitei na cama!

(Geraldo Chacon, Meu caderno de poesia. SP: Flâmula, 2004.)


ODE, cujo sentido grego é canto, poema lírico de forma complexa e variável, exprime alegria e entusiasmo. Surgiu na Grécia Antiga, onde era cantado com acompanhamento musical. A ode caracteriza-se pelo tom elevado e sublime com que trata determinado assunto.

Ode

Eu nunca fui dos que a um sexo o outro
No amor ou na amizade preferiram.
Por igual a beleza apeteço
Seja onde for, beleza. 


Pousa a ave, olhando apenas a quem pousa
Pondo querer pousar antes do ramo;
Corre o rio onde encontra o seu retiro
E não onde é preciso. 


Assim das diferenças me separo
E onde amo, porque o amo ou não amo,
Nem a inocência inata quando se ama
Julgo postergada nisto. 


Não no objecto, no modo está o amor
Logo que a ame, a qualquer cousa amo.
meu amor nela não reside, mas
Em meu amor. 


Os deuses que nos deram este rumo
Também deram a flor pra que a colhêssemos
com melhor amor talvez colhamos
O que pra usar buscamos.


Fernando Pessoa (Ricardo Reis)

SONETO, pequena composição poética composta de 14 versos, com número variável de sílabas, sendo o mais freqüente o decassílabo, e cujo último verso (dito chave de ouro) concentra em si a idéia principal do poema ou deve encerrá-lo de maneira a encantar ou surpreender o leitor. Dentre os poemas de forma fixa, é o soneto o mais praticado, devido à sua condensação e lógica interna. Ao que tudo indica, o soneto - do italiano sonetto, pequena canção ou, literalmente, pequeno som - foi criado no começo do século XIII, na Sicília. Alguns atribuem a Jacopo (Giacomo) Notaro, um poeta siciliano e imperial de Frederico, a invenção do soneto, que surgiu como uma espécie de canção ou de letra escrita para música, possuindo uma oitava e dois tercetos, com melodias diferentes. Francesco Petrarca aperfeiçoou a estrutura poética iniciada na Sicília, difundindo-a por toda a Europa em suas viagens. 


Rua dos Cataventos I

Escrevo diante da janela aberta.
Minha caneta é cor das venezianas:
verde!... e que leves, lindas filigranas
desenha o sol na página deserta! 


Não sei que paisagista doidivanas
mistura os tons... acerta... desacerta...
Sempre em busca de nova descoberta,
vai colorindo as horas quotidianas 


Jogos da luz dançando na folhagem!
Do que eu ia escrever até me esqueço...
Pra que pensar? Também sou da paisagem... 


Vago, solúvel no ar, fico sonhando...
E me transmuto... iriso-me... estremeço...
Nos leves dedos que me vão pintando! 


Mário Quintana

QUADRA, forma poética escrita, constituída de quatro versos rimados normalmente 2º com o 4º versos. Vem desde os séculos XI e XIV, quando os poetas portugueses já imitavam a poesia provençal. O poeta expressa todo o seu pensamento em uma única estrofe, demonstrando o poder da síntese semelhante à trova literária em que a rima é 1º com 3º versos e 2º com o 4º. A quadrinha popular lusa é um poema de uma só quadra, setissílaba. No Brasil, é poema de forma fixa com rigores, unânimes, baixados pelas casas trovadorescas, como no ritmo, na métrica e na exigência de mensagem completa, sem o que seria apenas uma estrofe. É o mais curto poema que apresenta todos os requisitos básicos e de métrica .


Coração que bate-bate...
Antes deixes de bater!
Só num relógio é que as horas
Vão passando sem sofrer. 


Mário Quintana

Há outros subgêneros de poesia lírica, mas podemos dizer que são apenas variações desses que foram mencionados. 



Pesquisa e organização da postagem: Profª Lourdes Duarte



Referências 


https://www.significados.com.br/lirica/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Poesia_l%C3%ADrica

ALMEIDA, Silas Leite de. Curso prático de português. Belo Horizonte: Vigília, 1971.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 46. ed. São Paulo: Nacional, 2005.
http://www.sonetos.com.br/escrever.php Acesso em: 20 maio 2006.
http://www.bahai.org.br/cordel/generos.html Acesso em: 22 maio 2006.
HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
http://www.ufrgs.br/proin/versao_2/goldstein/index13.html Acesso em: 23 maio 2006.
http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=6_59 Acesso em: 3 out 2006.
http://cseabra.utopia.com.br/poesia/poesias/0067.html Acesso em: 3 out 2006.
http://cfh.ufsc.br/~simpozio/megaestetica/estetica_literaria/el-cap-6.htm#ART.%202-o-y865 Acesso em: 5 out. 2006.
http://ilove.terra.com.br/edna/haicais/aula10.asp Acesso em 5 out. 2006.
http://madrigal2.blogspot.com/2006/08/elegia-crepuscular.html Acesso em: 5out. 2006.
http://www.revista.agulha.nom.br/fmn02.html Acesso em: 5 out. 2006.
http://cseabra.utopia.com.br/poesia/poesias/0093.html Acesso em 4 out. 3006.
http://www.recantodasletras.com.br/autores/mardile

sábado, 20 de janeiro de 2018

19ª POETIZANDO E ENCANTANDO

Chegamos ao 19º Poetizando e Encantando


Participando  do 19º Poetizando e Encantando.
Uma brincadeira, sem competição  indicada pela Profª Lourdes Duarte em seu blog Filosofando na Vida.
A partir de uma imagem que ela indica os participantes escrevem poesias, mensagens e ilustram suas postagens.

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Venha você também participar

Olá amigos e amigas! Chegamos ao 19º POETIZANDO E ENCANTANDO.


Poetizando e Encantando, participando mais uma vez  sem alunos, todos de férias.


Uma brincadeira, sem competição  indicada pela Profª Lourdes Duarte em seu blog Filosofando na Vida.
A partir de uma imagem que ela indica os participantes escrevem poesias, mensagens e ilustram suas postagens.

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Imagem dessa semana

                                     Nossa participação
O amor que é amor
Não trás sofrimento
O amor que é amor 
é alento e felicidade.


Não vale a pena sofrer,
Quando se tem desilusão
Meu amor, de tudo o que eu passei,
essa foi a única lição.


Gostar de alguém e não ser correspondido, sofrer por amor, isso acontece muito.
Valorizar e amar que não merece não ser valorizado, considerar a pessoa que nem ao menos respeita seus sentimentos, só lhe traz decepção. Você chegou a sonhar com ela, suas esperanças eram tantas. Você até já determinava, já ficava feliz com os pequenos resultados que obtinha. Mas, esses resultados, não passavam de ilusões.
Qual a lição que isso nos deixa. Não devemos confiar no outro, depositar todo noso amor e acreditar que aquela pessoa representa a felicidade eterna.
Coração é terra que ninguém entra e o amor não se ganha, se conquista por gestos , atitudes e não por palavras bonitas e carinhosas.
Outro detalhe, a felicidade não está no outro mas em nós mesmos. Ame a você em primeiro lugar e em segundo plano a outra pessoa,


Deixo esse poema de Vinicius de Moraes


De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.



Observação

Este blog é da nossa biblioteca  a partir desta BC, vamos da um tempinho até a volta as aulas. 

Uma postagem com conteúdos de Literatura que já está em rascunho será adicionada e só voltaremos com o retorno das aulas.

Agradeço a todos pelo carinho e atenção que tiveram para com esse espaço que é de todos.

 Abraços das amigas Elza 

sábado, 13 de janeiro de 2018

18º Poetizando e Encantando.




Participando  do 18º Poetizando e Encantando.
Uma brincadeira, sem competição  indicada pela Profª Lourdes Duarte em seu blog Filosofando na Vida.
A partir de uma imagem que ela indica os participantes escrevem poesias, mensagens e ilustram suas postagens.

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IMAGEM DO POETIZANDO

VAMOS A NOSSA PARTICIPAÇÃO

Tem um pensamento de Ayrton Senna
 Que diz,
  Existem durante nossa vida, sempre dois caminhos a seguir: aquele que todo mundo segue, e aquele que a nossa imaginação nos leva a seguir. O primeiro pode ser mais seguro,o mais confiável, o menos critico, o que você encontrará mais amigos…mas, você será apenas mais um a caminhar. O segundo, com certeza vai ser o mais difícil, mais solitário, o que você terá maiores críticas; mas também, o mais criativo, o mais original possível. Não importa o que você seja, quem você seja, ou que deseja na vida, a ousadia em ser diferente reflete na sua personalidade, no seu caráter, naquilo que você é. E é assim que as pessoas lembrarão de você um dia.

O que significa dizer que as nossas escolhas fazem a diferença na nossa vida. Que devemos ponderar antes de agir, pensar e não inconsequentemente fazer escolhas impensadas. A vida tem caminhos estranhos, tortuosos às vezes difíceis: um simples gesto involuntário pode desencadear todo um processo. De felicidade ou não, de vitórias ou derrotas. Por isso escolher o caminha a seguir é muito importante.


hoje não foi possível participar com alunos, todos estamos de férias.


Minha primeira foto, concluindo essa etapa do meu primeiro caminho.


Abraços das amigas, Elza e

sábado, 6 de janeiro de 2018

17º Poetizando e Encantando.



Participando  do 17º Poetizando e Encantando.
Uma brincadeira, sem competição  indicada pela Profª Lourdes Duarte em seu blog Filosofando na Vida.
A partir de uma imagem que ela indica os participantes escrevem poesias, mensagens e ilustram suas postagens.

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Venha você também participar!




IMAGEM PARA O POETIZANDO E ENCANTANDO

VAMOS A NOSSA PARTICIPAÇÃO


Sem sonhos, a vida é uma manhã sem orvalhos, um céu sem estrelas, um oceano sem ondas, uma vida sem aventura, uma existência sem sentido.
Augusto Cury

Gosto das cores, das flores, das estrelas, do verde das árvores, gosto de observar. A beleza da vida se esconde por ali, e por mais uma infinidade de lugares, basta saber, e principalmente, basta querer enxergar.
Gosto de observar o céu e sua plenitude infinita e sempre que vejo uma estrela cadente faço um pedido e quase sempre se realiza.

Que a estrela cadente nos traga mais paz, mais amor nos nossos corações e que saibamos respeitar e individualidade de cada um.
Que no ano novo sejamos mais humanos e nos preocupemos com os  irmãos que sofrem.



Participação do aluno Guilherme Oliveira

Observação, estamos de férias e hoje quase não participávamos com alunos, mas lembei desa frase do aluno Guilherme que encontra-se no quadro da biblioteca  que combinou com a imagem.

Se você quer saber o quanto eu te amo é simples: Multiplique as estrelas do céu pelas gotas dos oceanos. Ando mesmo apaixonado pela vida!


Abraços com carinho da amiga Elza e do aluno Guilherme.


FELIZ ANO NOVO!

Obrigada amiga pelo segundo selinho!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

16º Poetizando e Encantando

Chegamos ao 16º Poetizando e Encantando,
Último de 2017. Que venha 2018 com muitas novidades boas!
Último de 2017

É  com  carinho que participo  com alunos do último  poetizando e Encantando de 2017.
Que em 2018 venham muitas novidades boas!

Esta é uma  brincadeira, sem competição  indicada pela Profª Lourdes Duarte em seu blog Filosofando na Vida que só nos da prazer em participar.

filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br/


IMAGEM PARA A TEMÁTICA DESSA SEMANA


Vamos a nossa participação.


Mais um final de ano chegou e com ele a emoção das festas e de comemorar com pessoas como vocês que apesar de estarmos na blogsfera a poucos meses sinto um carinho especial por  cada um  dos amigos e amigas seguidoras e seguidores que sempre nos visitam deixando seus comentários que nos impulsiona  a seguir.

Ainda não aconteceu a virada do ano, mas logo será 2018. Deixo essa poesia do Marcos Valle e os nossos agradecimentos e nesses, quero incluir a colega Lourdes Duarte  porque sem ela esse blog não seria o mesmo. Obrigada querida amiga e colega!             


Um Novo Tempo

Hoje é um novo dia
De um novo tempo que começou
Nesses novos dias, as alegrias
Serão de todos, é só querer
Todos os nossos sonhos serão verdade
O futuro já começou



Hoje a festa é sua
Hoje a festa é nossa
É de quem quiser
Quem vier
A festa é sua
Hoje a festa é nossa
É de quem quiser
Quem vier…


Feliz Ano Novo e que Jesus nos abençoe sempre!


Participação dos alunos Guilherme, Lívia, Mateus e Vitória



Um ano novo e outra chance para nós acertarmos.

********** 
Que os dias do Ano Novo sejam uma sequência de proveitosas realizações e repletos de paz e felicidades!

*********** 
Que o amor, a paz e a sabedoria, estejam em nossas vidas, durante o ano vindouro e que possamos aprender mais, aproveitar mais que o ano que passou.

Feliz Ano Novo!


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Feliz Ano Novo!






Feliz Ano Novo!


O ano novo está próximo, faltam poucos dias.
Que o ano novo seja superado pelo velho em felicidade, amor, esperança, sabedoria, fé e paz.
Agradeço a todos os amigos e amigas seguidores o carinho e atenção que deram, ao longo dos meses que este blog existe, as nossas postagens, nos fazendo acreditar que valia a pena continuar.
Nós que fazemos a EREM DR MOTA SILVEIRA em especial a Biblioteca Madre Ódila, em meu nome, em nome da pro Lourdes Duarte e dos alunos que sempre escrevem e postaram neste cantinho especial, o nosso muito obrigada!
Que em 2018 possamos continuar esse trabalho e a nossa amizade se fortaleça cada vez mais. OBRIGADA SEGUIDORES AMIGOS!
Que o amor, a paz e a sabedoria, estejam em nossas vidas durante o próximo ano.

FELIZ 2018!